E POUSA A BORBOLETA...

Bem assim...
Como se fosse pouco estar aprisionado
Nessa eternidade extinguível
Que chamam de vida
Casca fosca sem brilho nem rima
Lembranças me vêm sem quê nem porquê
Na mente doente que já meio ausente
Insiste em seguir sem guia
O que devo ter feito para merecer
A agonia que encontro agora?
Viver e doer com a mesma vontade
Com prantos, com medos, com falta, sem pejo
Um detalhe, um gesto, um jeito
É o que me resta, e que não podem me tirar
Saudade infinda que a alma atordoa
Com efeito, não posso parar de pensar
Um mosaico de sombras da minha existência
O vazio, a saudade, a carência
Que não devo, mas preciso mostrar...
Como se fosse pouco estar aprisionado
Nessa eternidade extinguível
Que chamam de vida
Casca fosca sem brilho nem rima
Lembranças me vêm sem quê nem porquê
Na mente doente que já meio ausente
Insiste em seguir sem guia
O que devo ter feito para merecer
A agonia que encontro agora?
Viver e doer com a mesma vontade
Com prantos, com medos, com falta, sem pejo
Um detalhe, um gesto, um jeito
É o que me resta, e que não podem me tirar
Saudade infinda que a alma atordoa
Com efeito, não posso parar de pensar
Um mosaico de sombras da minha existência
O vazio, a saudade, a carência
Que não devo, mas preciso mostrar...


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